As camadas vetoriais utilizadas para essa atualização correspondentes a PVG, aos bairros e as amostras de campo/ITBI foram obtidas a partir do Geo360.
Inicialmente, com base nos valores de oferta e na área dos terrenos, foi calculado o Valor do Metro Quadrado (VM2) das amostras de campo. Em seguida, realizou-se a interseção espacial entre a camada de amostras de campo e a camada da PVG existente, com o objetivo de atribuir a cada ponto amostral o respectivo VM2 definido na PVG.
Posteriormente, foi calculada a variação percentual do VM2 da PVG em relação ao VM2 apurado nas amostras de campo. O mesmo procedimento metodológico foi aplicado às amostras provenientes do ITBI, possibilitando a comparação entre o VM2 do ITBI e o VM2 estabelecido na PVG.
Os resultados indicaram que as diferenças entre o VM2 do ITBI e o VM2 da PVG foram consideradas estatisticamente irrelevantes para fins de atualização da planta. Em contrapartida, as discrepâncias verificadas entre o VM2 das amostras de campo e o VM2 da PVG foram consideradas relevantes, justificando análise detalhada.
A avaliação das variações do VM2 foi conduzida por bairro, sendo extraídas as seguintes estatísticas descritivas: número de amostras, valores mínimo, médio e máximo. Os bairros Água Verde, Escola Agrícola, Tribess, Ribeirão Fresco, Do Salto, Valparaíso e Vila Nova apresentaram maior representatividade amostral. Contudo, foram identificados valores discrepantes (outliers) que impactavam a consistência dos resultados.
Com a finalidade de identificar e tratar tais discrepâncias, foi calculado o desvio padrão para os bairros com maior número de amostras, permitindo a exclusão criteriosa dos pontos que distorciam a distribuição dos dados. Após a remoção dos outliers, foi determinado o índice de ajuste aplicável a cada bairro e, por fim, procedeu-se à atualização dos valores de VM2 da PVG.